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O educador necessita acompanhar as transformações que acontecem no mundo. Já parou para pensar que as informações são constantes e que novos conhecimentos e novas formas de pensar são colocadas em prática todos os dias? Aquilo que você sabia/conhecia até ontem, pode estar ultrapassado e não ser mais uma verdade absoluta. É preciso entender que, a todo momento, temos que questionar e rever nossos pensamentos, convicções, conceitos e crenças sobre aquilo que aprendemos e consequentemente, o que ensinamos.

Uma das exigências do século XXI para o educador é a formação e desenvolvimento permanente. Fato é, que constantemente somos bombardeados por uma imensa quantidade de dados e informações, novas tecnologias, descobertas em diversas áreas, inovações que contribuem e afetam a vida de milhares de pessoas. Muitas vezes, o educador não tem tempo de analisar e refletir sobre todos esses acontecimentos. Mas, cada vez mais se faz necessária essa reflexão, pois, todas essas novidades, teorias e  concepções influenciam na prática educacional.

Durante muito tempo o professor foi o transmissor do saber, os alunos não tinham acesso às informações, por isso, tudo que eles sabiam era o professor que ensinava. A questão é que já estamos em 2016 e há anos a informação chegou de maneira muito fácil para nossos alunos. Com o avanço da tecnologia, cada vez mais teremos alunos 'questionadores', querendo saber de onde surgiu aquele conceito, quais são as outras formas de se fazer isso ou aquilo, e até mesmo aumentará o número de alunos em universidades com mais acesso a informações do que os próprios educadores.Atualmente em uma sala de aula, um aluno adulto que se depara com um professor desatualizado, descomprometido com as manchetes do dia e sem noção de tempo, espaço e notícias, perde o interesse no conteúdo que é transmitido. É claro que o professor não precisa ser o 'sabe-tudo', mas estar atualizado é uma das responsabilidades do bom educador, principalmente se o assunto estiver relacionado ao que está propondo e discutindo com uma turma de aprendizes.

Inúmeras vezes presenciei, como aluno, professores apresentando dados, estatísticas e informações desatualizadas. Como sei disso? Google... Bing... Yahoo... Qualquer aluno, com acesso a internet, pode colocar em prova aquilo que está sendo apresentado em sala de aula. Ex.: Se um educador, em uma aula sobre empreendedorismo, mostra um gráfico onde diz que em Janeiro/2012 havia uma média de 1,6 milhão de MEI (Microempreendedores Individuais) no Brasil, com apenas 2 cliques o aprendiz descobre que em 2016 esse número já passa de 6,4 milhões.

Você irá concordar que um educador atualizado e dinâmico não pode parar no tempo, trabalhar com "achismos" ou florear em sala de aula. É preciso estudar, descobrir novos métodos e ferramentas para que a matéria não caia na rotina. Seja através da internet, jornais, TV, revistas, livros, artigos, enfim, independente do meio de informação, o importante é que o educador jamais se canse de buscar objetos que acrescentem em suas aulas e as tornem boas e produtivas.

Quando se deseja ser um bom educador é preciso manter a humildade, jamais imaginar que se sabe tudo ou acreditar que o seu conhecimento é suficiente.

“O professor não pode envelhecer nunca!”, afirma a professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP) e pesquisadora da Fundação Carlos Chagas, Clarilza Prado de Souza. “É uma das únicas profissões que exigem renovação a cada momento. Precisamos estar sempre jovens”, afirma a professora, que acredita que o acúmulo de conhecimento e a atualização são desafios permanentes na vida dos educadores.

É necessário que os professores comprometam-se com a educação e procurem aprender cada vez mais. Isso vale para tudo: didática, métodos de ensino, conteúdos, dados, informações, conhecimentos, competências, dinâmicas, formas de avaliações, etc. Um bom educador é aquele que está atualizado, e que de fato, fará com que tenha um ótimo diferencial em sala de aula.

Para encerrar o artigo de hoje, gostaria de compartilhar uma frase muito interessante do José Pacheco, que diz: "Não faz sentido alunos do século XXI terem professores do século XX, com propostas teóricas do século XIX, da Revolução Industrial."

Last modified on Quarta, 04 Janeiro 2017
Caio Beck

Especialista em Educação de adultos.

E-mail: caiobeck@andragogiabrasil.com.br

Skype: caio.beck

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