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Plano de ensino Dalton

Você já ouviu falar no plano Dalton? Foi idealizado por Helen Parkhurst, no ano de 1920, na cidade de Dalton (Massachusetts/EUA). A professora americana, que começou trabalhando em uma escola rural montessoriana, sentiu a necessidade de atender devidamente a todos os seus alunos e por isso, resolveu 'fugir' da forma tradicional de ensino. Na época, acabara de ler 'Um estudo do desenvolvimento mental', de James Swift, e decidiu por trabalhar com laboratórios educativos.

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Recuse-se a ter alunos entediados

Como todos sabem, aplico os princípios andragógicos em minhas aulas. Não acredito em um ensino 'top-down', autoritário e cheio de regras. Mas, se eu tivesse que optar por uma regra, seria: "Todo aluno possui o direito de recusar o tédio!".

Quando um aluno está entediado, também me sinto entediado. Detesto ser chato, cansativo, repetitivo... E para que a aula não chegue nesse ponto, me desafio a cada minuto. Busco conhecer todos os aprendizes, envolvo eles nos exemplos, relaciono o conteúdo com suas experiências pessoais e profissionais, enfim, faço de tudo para que o aprendizado seja de forma horizontal, o mais colaborativo possível.

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Técnica de Feynman

Richard Feynman (1918-1988), um norte-americano ganhador do Prêmio Nobel de Física em 1965, garantia que existe uma técnica simples que ajuda você a entender qualquer tema.

Além de ganhar o Nobel, Feynman tinha uma mente obcecadamente curiosa. Foi um grande professor de ciências, admirado por sua impressionante facilidade em explicar complexos conceitos de forma simples. Como físico, trabalhou no projeto Manhattan, além de ter contribuído em diversos ramos da física como computação quântica, nanotecnologia e física de partículas.

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Motive para ensinar melhor!

Olá pessoal, hoje resolvi escrever sobre a motivação no âmbito da aprendizagem.

Estudos na área da neurociência mostram que ninguém pode aprender qualquer coisa se não estiver motivado a tal. É necessário despertar a curiosidade, que é o mecanismo cerebral capaz de detectar a diferença na monotonia, e aí então, envolver o aprendiz naquilo que se deseja ensinar.

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