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Já definimos a Andragogia como uma arte ou ciência de aprender sobre os adultos e utilizar os melhores métodos para ensiná-los. Quando surgiu a Teoria de Malcolm Knowles foi com base na aprendizagem dos adultos, buscando desvincular as práticas andragógicas da então conhecida Pedagogia. O "Pai da Andragogia" propôs uma teoria para o modelo Andragógico de Educação aplicado aos adultos, considerando as especificidades deste indivíduo.

As premissas estão associadas a alguns pressupostos básicos sobre os alunos adultos:

1. A necessidade de conhecer: O adulto precisa saber por que deverá aprender algo antes de começar a aprender de fato. Para investir seu tempo e sua atenção em uma proposta educacional, ele precisa avaliar quais são os benefícios em termos de qualidade de vida ou melhoria no desempenho profissional e as consequências negativas caso não aprenda.

"... antes de se disporem a aprender algo, os alunos tem necessidade de saber e eles sabem melhor do que as crianças a necessidade do conhecimento." (Soboll, 2010, p.4)

2. O autoconceito do aprendiz: À medida que uma pessoa amadurece, ela deixa de ser dependente para se tornar um ser um humano auto-direcionado. O adulto se vê como responsável por sua própria vida e por suas decisões, e quer ser visto e tratado pelos outros como capaz de se auto-dirigir.

"Os adultos tendem ao autoconceito de serem responsáveis por suas decisões, sendo responsáveis pela sua aprendizagem e estabelecendo e delimitando o seu próprio percurso educacional." (Soboll, 2010, p.4)

3. O papel da experiência: O adulto acumula um conjunto de experiências que se torna uma fonte inesgotável de aprendizagem. Por essa razão, a ênfase da educação de adultos deve estar nas técnicas que partem da experiência dos aprendizes para realizar discussões em grupo, exercícios de simulação, atividades de resolução de problemas, estudos de caso e métodos de laboratório, em vez de técnicas meramente transmissivas.

"... os adultos se envolvem em uma atividade educacional trazendo consigo grande número de experiências adquiridas e neste processo educacional tanto o professor quanto os recursos instrucionais não garantem o interesse pela aprendizagem." (Soboll, 2010, p.4)

4. Prontidão para aprender: O adulto se engaja em aprender aquilo que poderá ajudá-lo a solucionar problemas da vida real e a desempenhar seus papéis sociais. Assim, conforme ele amadurece, sua prontidão para aprender se torna cada vez mais orientada ao desenvolvimento de tarefas.

"... os adultos tem orientação e estão prontos para aprender as coisas que precisam saber e capacitar-se para fazer, com o objetivo de resolver efetivamente as situações da vida real." (Soboll, 2010, p.4)

5. Orientação para aprendizagem: A perspectiva temporal do adulto está focada na aplicação imediata do conhecimento e, nesse sentido, sua orientação para aprender está centrada em contextos da vida real.

"... os adultos são centrados na vida, nos problemas, nas tarefas, na sua orientação para aprendizagem." (Soboll, 2010, p.5)

6. Motivação: Fatores extrínsecos como melhores cargos, promoções, aumentos salariais etc. despertam o interesse do adulto, porém, os fatores motivacionais mais poderosos são os intrínsecos, como o desejo de obter maior satisfação no trabalho, maior autoestima e qualidade de vida.

"... pesquisas de comportamento mostram que todos adultos são motivados a continuar crescendo e se desenvolvendo." (Soboll, 2010, p.4)

Caio Beck

Especialista em Educação de adultos.

E-mail: caiobeck@andragogiabrasil.com.br

Skype: caio.beck

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