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Muitas empresas, cansadas de esperar por um profissional 100% pronto, decidem levar a Andragogia para dentro da organização e aplicar treinamentos, buscando desenvolver as competências de seu quadro de profissionais. 

Desejar que ao entrevistar um profissional, ele seja tudo aquilo que a empresa estava buscando, já não é mais um sonho para os recrutadores de Recursos Humanos. As empresas já desistiram de sonhar em contratar um profissional completo (com teoria e a prática), portanto passaram a focar no desenvolvimento humano dentro da organização. Procuram contratar profissionais com perfil empreendedor, com iniciativa e conhecimento técnico, e deixam para os instrutores, treinadores ou gestores, a responsabilidade de desenvolver a equipe.

Essa seria a melhor opção de mercado? Bem, particularmente conheço mais de 20 organizações que já aplicam os conceitos andragógicos em seus treinamentos corporativos. É claro que esse número ainda é pequeno, comparado a grande quantidade de empresas de pequeno, médio e grande porte que poderiam utilizar a Andragogia para melhorar o processo de ensino aprendizagem de seus colaboradores.

Investir em educação é sempre uma boa opção para as organizações, e nessas empresas que estão utilizando a Andragogia como uma ferramenta para desenvolver seus profissionais, a realidade a qual se deparam é que o desenvolvimento é muito mais promissor a partir do momento em que o aluno (ou o profissional) consegue relacionar a parte teórica ensinada, com as atividades rotineiras na empresa.

Um exemplo que posso dar é que em vez de solicitar como pré-requisito que o profissional tenha um curso de Liderança para ocupar cargos de chefia, as empresas preferem ensinar a liderar, já com base nas diretrizes e políticas da organização. O nivelamento entre os gestores, a informação transmitida e o propósito será igual para todos, desde que se ensine de forma eficaz e o entendimento seja absorvido por todos os envolvidos.

Em uma empresa de médio porte de Minas Gerais, o gestor operacional Alfredo Henrique Lima encontrava dificuldades ao contratar profissionais para a vaga de Técnico Mecânico. Percebia que ao entrevistar os profissionais da região, se encontrava centenas de perfis diferentes, alguns com ótimas características, outros com seus defeitos. Mas, por meses entrevistou e não encontrou um 'profissional preparado' para ocupar os cargos de 6 vagas que estavam em aberto. Decidiu, junto com a psicologa da empresa, recrutar os profissionais que mais se destacaram nas entrevistas (nos quesitos iniciativa, interesse, dinamismo, etc) e a única exigência que fazia era que possuísse o curso técnico em mecânica. 

Após contratar os profissionais para a vaga, em conjunto com o departamento de treinamento da empresa, Alfredo desenvolveu um curso voltado para os 6 profissionais, com a duração de duas semanas. Nesse período, ensinou sobre a empresa, pediu para que o instrutor trabalhasse os pontos fracos dos novos contratados e se possível, que equiparasse os conhecimentos absorvidos pela equipe durante o processo.

O instrutor responsável pela elaboração e aplicação do treinamento, utilizou os conceitos andragógicos para passar toda a base de conhecimentos que era preciso para iniciar as atividades na empresa, mas também para conhecer a experiência individual de cada um dos participantes e 'modelar' os perfis e habilidades de acordo com os cargos que iriam ocupar.

O que essa e outras empresas estão fazendo é buscando profissionais promissores no mercado, e em um ambiente interno, ensinando e preparando-os de acordo com a realidade empresarial, que sabemos que pode variar muito, mesmo em um setor específico, com a mesma atividade.

Caio Beck

Especialista em Educação de adultos.

E-mail: caiobeck@andragogiabrasil.com.br

Skype: caio.beck

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