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Novidades

As empresas, diante da concorrência, das mudanças tecnológicas e da internacionalização do conhecimento e da informação, se veem diante de uma situação onde devem estar totalmente atualizadas e preparadas para o mercado. Tom Peters recentemente disse: "O Brasil está em crise? Não cortem gastos com treinamento. Na verdade, dobrem!". É o que muitas empresas têm feito.

A questão é que os treinadores/educadores empresariais já entenderam que se o colaborador não entender que está recebendo determinada orientação para que a atividade dele melhore, seja mais produtiva e com mais qualidade, dificilmente irá valorizar a informação que está recebendo. Ou seja, os treinamentos serão apenas para 'emitir certificados' e 'cumprir tabela'. De fato, não é isso que as empresas estão buscando nos dias de hoje.

Identificar a necessidade de treinamento, definir a didática ideal e nivelar o desempenho da turma são 3 dos principais desafios de um treinador/educador em um ambiente empresarial. Vídeos cansativos, dinâmicas sem propósitos e transmissão unilateral de conhecimento são frequentes de encontrar nos treinamentos e integrações de empresas. Na visão andragógica, esse modelo tradicional de fazer silêncio e prestar atenção à “performance” dos professores, memorizar os conteúdos com o objetivo de responder perguntas nos testes de avaliação, não é o ideal para um aluno com certo grau de amadurecimento.

As empresas quando investem em treinamentos, esperam desenvolver competências em seus profissionais. Desde conhecimento, habilidades e até atitudes, para que se tornem capacitados em suas funções. A questão é que estes profissionais possuem experiências, conhecimentos e expectativas que por muitas vezes é desconsiderada pelo educador, o que faz com que o ensino parta apenas dele, como se fosse o 'detentor da razão'. 

No exterior já se aplicam diversos conceitos na educação de adultos, tanto em centros acadêmicos como também nas empresas, buscando desenvolver competências técnicas e comportamentais em aprendizes adultos. No Brasil algumas empresas já começaram a adotar as práticas Andragógicas em seus treinamentos, inclusive algumas já foram capacitadas pela Andragogia Brasil. Podemos citar empresas como Intelbras (Palhoça/SC), Stara (Não Me Toque/RS), IBAPE (São Paulo/SP), Instituto Legislativo Brasileiro (Brasília/DF), FADBA (Cachoeira/BA), FAE Business School (Curitiba/PR), dentre outras.

 

Treinamento de Andragogia (Stara - Não Me Toque/RS) com 10 instrutores.

Essa vem sendo uma novidade em grandes organizações e pode se tornar uma tendência, principalmente para os instrutores e multiplicadores internos, que capacitam tecnicamente os profissionais da empresa. Com o uso da Andragogia, esses educadores poderão utilizar técnicas e didáticas mais eficazes para aproveitar o pouco espaço de tempo em um treinamento, assim como promover uma aprendizagem mais efetiva nos participantes adultos.

Em termos práticos, outra vantagem do modelo andragógico de ensino é a flexibilidade do currículo, que poderá ser feita de diversas maneiras, seja através de módulos, de atividades teóricas e práticas, de simulações reais em um ambiente empresarial, combinações entre ensino presencial e educação a distância (muito utilizado por empresas), enfim, de diversas formas o educador consegue elaborar um currículo pertinente e que esteja de acordo com a organização.

“Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua produção ou a sua construção.” (Freire, 1996). 

Se você é empresário(a), trabalha com recursos humanos ou é gestor(a) de equipe e gostaria de aplicar os conceitos andragógicos em sua empresa, entre em contato conosco.

Caso queira ler mais sobre a Andragogia Empresarial, sugerimos esse artigo: Como aplicar um treinamento empresarial com os conceitos de Andragogia

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